O Silêncio da Cidade Branca

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O Silêncio da Cidade Branca

Vinte anos depois, a cidade de Vitoria volta a ser assolada por uma série de assassinatos macabros. São em tudo iguais aos crimes do passado. Mas há um pequeno senão: o suposto assassino está preso.
Na altura a imprensa chamou-lhes Os Crimes do Dólmen. Porque foi num dólmen que encontraram as primeiras vítimas: dois recém-nascidos unidos num abraço macabro. Seguiram-se várias outras mortes, encenadas com requinte em monumentos históricos. Tinham sido crimes quase perfeitos. Mas o assassino – um arqueólogo brilhante – acabou por ser apanhado, pelo seu não menos brilhante irmão gémeo, então inspetor da polícia. Caso encerrado. Ou talvez não. Na altura Unai era adolescente. Vivia obcecado com os crimes, mas aterrorizado com a perspetiva de ser a próxima vítima. Passados vinte anos, tornou-se um profiler implacável, especializado em assassinos em série. E quando o chamam à Catedral Velha de Vitoria, um calafrio percorre-o. Nos claustros encontra dois cadáveres e a mesma arrepiante encenação: nus, abraçados, com abelhas vivas na garganta… Mas pistas, nenhumas.
Unai, dá início à caçada. E as suas investigações levam-no a mergulhar a fundo na história da cidade, nos seus antiquíssimos mitos, lendas, segredos. Thriller arrepiante, que vendeu meio milhão de exemplares em Espanha, envolve o leitor numa cidade fascinante, Vitoria, que já tinha servido de cenário e inspiração a Os Pilares da Terra, de Ken Follet.



Autora vencedora do prémio Planeta 2020, o maior galardão literário de Espanha.
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Ano de Edição / Impressão / 2018
Número Páginas / 488

Dimensões / 234 x 31 x 156 mm
ISBN / 9789892342603
Editora / LUA DE PAPEL
Autor
Eva G. Sáenz de Urturi é atualmente uma das mais conhecidas autoras espanholas. Viu o seu primeiro romance, La Saga de los Longevos, ser rejeitado por várias editoras. Acabou por publicá-lo numa edição de autor, que se tornaria um sucesso na Amazon. Foi o primeiro passo para o reconhecimento internacional.
Em 2014 saiu Los Hijos de Adán, e ainda o romance histórico Pasaje a Tahití. Em 2016, e após ter ingressado na Academia de Polícia, publicou O Silêncio da Cidade Branca, primeira obra de uma trilogia protagonizada pelo profiler Kraken.
O thriller, além de aclamado pela crítica, tornou-se um enorme sucesso comercial – com mais de um milhão de exemplares vendidos só em Espanha, foi traduzido em mais de 30 países e também adaptado ao cinema. Seguiram-se Os Rituais da Água e Os Senhores do Tempo. Em 2020 recebeu o Prémio Planeta pelo romance histórico Aquitânia, sucedendo a Javier Cercas.