Sinopse
Num domingo de manhã como tantos outros, Sergio e Giovanna esperam os seus melhores amigos, que convidaram para almoçar. Estão a tratar dos últimos preparativos quando uma desconhecida aparece à sua porta, pedindo para ver a casa. Ela explica que viveu lá há muitos anos com a irmã e que veio de Istambul de propósito para revisitar a casa. O seu nome é Elsa Corti e traz na mala um maço de cartas envelhecidas endereçadas a sua irmã Adele, que nunca foram abertas e escondem um segredo terrível.
Quem é aquela estranha mulher? Que mistério se esconde para lá da janela da cozinha através da qual continua a olhar? E que mentiras estão ocultas por detrás da amizade de Sergio, Giovanna e os seus convidados?
Através de capítulos alternados, ficamos a conhecer a vida das duas irmãs – e a cisão que as separou há cinco décadas. As cartas não lidas de Elsa são alternadas com as memórias atuais de Adele. Apenas no final nos é revelado como as duas irmãs, em tempos apaixonadas pelo mesmo homem, reagiram de maneira muito diferente a um trauma idêntico.
Um romance tocante e sinuoso sobre memória e arrependimento, passado entre Roma e Istambul.
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Detalhes

  • ISBN: 9789896615017
  • Editora: CASA DAS LETRAS
  • Ano de Edição / Impressão: 2022
  • Dimensões: 235 x 157 x 13 mm
  • Páginas: 184

PROMOÇÕES ATIVAS

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O autor
Ferzan Ozpetek nasceu em Istambul em 1959, tendo-se mudado posteriormente para Itália, em 1976, para estudar História do Cinema na Universidade La Sapienza, em Roma. Em 1982 começou a trabalhar como assistente de realização com Maurizio Ponzi e Massimo Troisi. Desde então já trabalhou várias vezes com Ponzi, Lamberto Bava, Ricky Tognazzi, Francesco Nuti e Marco Risi. O próprio Risi e Maurizio Tedesco produziram o seu primeiro filme: Hamam. Para além de ter sido selecionado para o Festival de Cannes, em 1997, este filme foi aclamado pelos críticos e pelo público. Entre outros prémios, ganhou o Globo de Ouro de melhor primeiro filme em 1997, o prémio especial do júri nos festivais de Mar de Plata e de Annecy e o prémio do público no Festival de Valência. O seu segundo filme, Harem Suare (1999), também foi escolhido para ser apresentado em Cannes, tal como em outros festivais internacionais como os de Toronto, Palm Springs e Londres. Este foi igualmente um sucesso entre os críticos e junto do público.
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