Sinopse
Um clássico da literatura de espionagem sobre as relações entre a  Grã-Bretanha e a Rússia nos tempos da Cortina de Ferro.

John le Carré ganhou prestígio mundial com extraordinários romances como A Casa da Rússia, um clássico inequívoco. Conduzindo os leitores através dos sombrios meandros da espionagem internacional com o conhecimento crítico obtido durante os anos que trabalhou nos Serviços Secretos Britânicos, le Carré segue o percurso obscuro e devastador de um documento que poderá alterar profundamente o curso dos acontecimentos mundiais.
Em Moscovo, um manuscrito que contém segredos militares muda de mãos. Se conseguir chegar ao seu destino, e se o seu significado for entendido, as consequências poderão ser devastadoras. Entretanto, ao longo do caminho, tem um impacto explosivo na vida de três pessoas: um físico soviético sobrecarregado de segredos; uma bela jovem russa a quem os papéis são confiados; e Barley Blair, um editor inglês em declínio, que se vê pressionado pelos Serviços Secretos a expor a fonte do documento.
John le Carré arrasta-nos, uma vez mais, para o seu mundo secreto, e faz dele o nosso. Em Moscovo, Leninegrado, Londres e Lisboa, numa ilha da costa do Maine que pertence à CIA, e no coração do próprio Barley, le Carré desenvolve não apenas uma história de espionagem, mas uma alegoria do amor individual confrontado com atitudes colectivas de beligerância. Uma magnífica história de amor, traição e coragem, que captura a História no acto.
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Detalhes

  • ISBN: 9789722067904
  • Editora: DOM QUIXOTE
  • Ano de Edição / Impressão: 2019
  • Dimensões: 234 x 157 x 31 mm
  • Páginas: 464
O autor
John le Carré nasceu em 1931. No decurso de seis décadas, escreveu romances que acabam por definir a nossa época. Filho de um vigarista, passou a infância entre um colégio interno e o submundo londrino. Aos dezasseis anos encontrou refúgio na Universidade de Berna e mais tarde em Oxford. Um breve período de docência em Eton levou-o a uma curta carreira no Serviço de Informações britânico (MI5 e MI6).
Publicou o seu romance de estreia, Chamada para o Morto, em 1961, ainda como funcionário dos serviços secretos. O seu terceiro romance, O Espião Que Saiu do Frio, assegurou-lhe fama mundial, mais tarde consolidada pela boa aceitação obtida pela sua trilogia A Toupeira, O Ilustre Colegial e A Gente de Smiley.
No final da Guerra Fria, le Carré alargou o âmbito da sua temática explorando um panorama internacional que abrange o tráfico de armas e a Guerra contra o Terrorismo. As suas memórias, O Túnel de Pombos, foram publicadas em 2016 e o último romance em que aparece George Smiley, Um Legado de Espiões, foi dado à estampa em 2017. Morreu a 12 de Dezembro de 2020.
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