O Livro dos Amores Risíveis

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O Livro dos Amores Risíveis

O Livro dos Amores Risíveis é um conjunto de histórias relacionadas com o amor, ou melhor, com a complexidade dos jogos eróticos e dos estratagemas usados por mulheres e homens ao tentarem aceitar necessidades e impulsos que podem desencadear uma terrível sequência de eventos.
Um jovem casal de férias começa um jogo de faz de conta que ameaça destruir a relação; dois homens de meia-idade vão à procura de raparigas que, no fundo, não querem; um homem jovem retoma a ligação com uma mulher mais velha que se sente humilhada pelo seu corpo envelhecido; um médico idoso usa a sua bela mulher para aumentar a sua atração e servir a sua vaidade.
Jogos, fantasias e esquemas abundam nestas histórias onde Milan Kundera nos mostra como diferentes personagens reagem de formas variadas aos súbitos impulsos eróticos.
Escrito entre 1959 e 1968, O Livro dos Amores Risíveis constitui um todo coerente e perfeito, não obstante a sua forma aparentemente dispersa. E o tema da obra, mau grado a ilusão de leveza que o próprio título sugere, é não tanto o risível, o ridículo e o riso, quanto o limiar a partir do qual todo o jogo se converte em realidade, toda a ironia se torna um pesadelo.
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Ano de Edição / Impressão / 2021
Número Páginas / 256

Dimensões / 234 x 17 x 156 mm
ISBN / 9789722072502
Editora / DOM QUIXOTE
Autor
KUNDERA, MILAN
Milan Kundera nasceu a 1 de abril de 1929, em Brnö, na antiga Checoslováquia. Em 1975 fixou residência em Paris, tendo, em 1981, adotado a nacionalidade francesa.
Autor de uma vasta obra, que abrange o romance, o ensaio e a poesia, é considerado um dos mais importantes escritores do século XX. A Insustentável Leveza do Ser é a sua obra mais aclamada pelos leitores e pela crítica, e em muito contribuiu para o tornar num autor reconhecido internacionalmente.
Entre outros, foram atribuídos a Milan Kundera o Prémio Médicis (1973), o Prémio Mondello (1978), o Prémio Common Wealth (1981), o Prémio Jerusalém (1985) e o Prémio Independent de Literatura Estrangeira (1991).