Jaime Bunda e a Morte do Americano

Promo
10%
Brinde

Jaime Bunda e a Morte do Americano

Depois de Jaime Bunda, Agente Secreto, o James Bond angolano regressa para nos deleitar com as suas proezas detectivescas. Um romance policial satírico em que Pepetela, com o humor e a ironia a que já nos habituou, nos oferece um retrato da sociedade do seu país.

«Então não havia o Afeganistão, a Somália, o Irão ou a Colômbia, países ideais para um americano morrer de morte matada, sem levantar muitas comoções nem pasmos, pois eram territórios já habituados a serem tratados de promotores e antros de horripilantes antiamericanismos? Aí tanto fazia, mais um menos um, não provocava qualquer crise mundial.
Por que iria logo escolher a pacífica Benguela, onde, de memória de gente, nunca nenhum americano tinha morrido, nem mesmo quando os ianques andaram a apoiar, abertamente ou de caxexe, os famigerados «terroristas», linguagem oficial de um dos lados, «lídimos e heróicos defensores da democracia» no dizer do outro lado? Mas foi assim que aconteceu, o engenheiro gringo bateu subitamente a caçoleta na pachorrenta cidade das acácias rubras, para grande tristeza e preocupação dos governantes, locais e nacionais, e perante a indiferença da maioria da população, ocupada na legítima e cada vez mais problemática azáfama de sobreviver.»
Ler mais
€ 14,31
PVP   € 15,90
Poupe € 1,59 (10%) Comprar

Novidade / -10% Promoção válida de 2019-07-24 a 2019-11-20
Ano de Edição / Impressão / 2019
Número Páginas / 296

Dimensões / 235 x 20 x 156 mm
ISBN / 9789722068109
Editora / DOM QUIXOTE
Promoções Ativas: Oferta de portes CTT48 Novidades
Autor
PEPETELA
Pepetela (Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos) nasceu em Benguela, Angola, em 1941. Licenciou-se em Sociologia, em Argel, durante o exílio. Foi guerrilheiro do MPLA, político e governante.
A partir de 1984, foi  professor na Universidade Agostinho Neto, em Luanda, e tem sido dirigente de associações culturais, com destaque para a União de Escritores Angolanos e a Associação Cultural Recreativa Chá de Caxinde.
A atribuição do Prémio Camões (1997) confirmou o seu lugar de destaque na literatura lusófona.