O Rapaz de Louredo

Coleção: Biblioteca Juvenil António Mota - volume 5
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O Rapaz de Louredo

Coleção: Biblioteca Juvenil António Mota - volume 5
Livro recomendado PNL2027 dos 12-14 anos - leitura fluente

Jorge vive em Louredo e acabou de passar de classe.
Se o pai deixar, há de ir estudar para o ciclo preparatório. Mas, antes disso, Jorge visita o velho Adrianinho, ajuda a sua cabra Badeja na paridura, brinca com o amigo que vive na cidade mas vem nas férias grandes à aldeia, apanha feijões, vê montar a tenda do circo e assiste a um espetáculo, vai visitar o avô que vive em Matos, vai à feira vender gado e galináceos, vê partir amigos para trabalharem na cidade, recebe os padrinhos emigrados em França, ajuda a apagar um incêndio, vê partir o pai para ir trabalhar no Porto, vai tirar o bilhete de identidade e parte, como o resto da família, também para o Porto.
Como se pode ver, nada na vida de Jorge é aborrecido.

Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1983).
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Ano de Edição / Impressão / 2015
Número Páginas / 96

Dimensões / 215 x 07 x 143 mm
ISBN / 9789892333274
Editora / ASA
Autor
MOTA, ANTÓNIO
António Mota nasceu em Vilarelho, Ovil, concelho de Baião, a 16 de julho de 1957. Cedo concluiu o curso do Magistério Primário e aos 18 anos era já professor do Ensino Básico.

Em 1979 publicou o seu primeiro livro, intitulado A Aldeia das Flores, e não mais parou de escrever, tendo-se dedicado essencialmente à literatura infantojuvenil. É neste âmbito, aliás, que tem atualmente cerca de 90 obras publicadas.

Recebeu vários prémios, dos quais se destacam o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1983) para O Rapaz de Louredo, o Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (1990) para Pedro Alecrim, o Prémio António Botto (1996) para A Casa das Bengalas, o Prémio Nacional de Ilustração (2003) para O Sonho de Mariana (com ilustrações de Danuta Wojciechowska) e o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (2004), categoria “Livro Ilustrado”, para Se eu fosse muito magrinho (com ilustrações de André Letria). Além disso, a sua obra O Sonho de Mariana foi escolhida pela Associação de Professores de Português e pela Associação de Profissionais de Educação de Infância para o projeto "O meu brinquedo é um livro", lançado em 2005.

Em 2008 foi agraciado pela Presidência da República com a Ordem da Instrução Pública. Em 2014 foi nomeado para o prémio ALMA por ser “um dos mais prolíficos escritores portugueses para a infância e juventude” e por a sua obra ter “a singular qualidade de ser ao mesmo tempo intemporal e universal”. A nomeação repetiu-se na edição de 2015 deste que é um dos mais importantes prémios internacionais na área da literatura infantojuvenil.

O contacto com os seus leitores é assíduo e multifacetado, tanto através das múltiplas visitas que faz a escolas e bibliotecas um pouco por todo o país como através da Internet, e de uma forma especial através das redes sociais, procurando o Autor, também por essa via, fomentar o gosto pela leitura entre crianças e jovens. 

Colaborou com vários jornais e participou em inúmeras ações organizadas por bibliotecas e escolas superiores de educação. Textos seus povoam diversos manuais escolares, mais de cinquenta títulos da sua autoria estão recomendados pelo Plano Nacional de Leitura, um consta das Metas Curriculares do Ensino Básico e algumas dezenas são referência da Internationale Jugendbibliothek de Munique, uma das mais conceituadas bibliotecas mundiais especializada em literatura infantojuvenil. Algumas obras suas estão publicadas no Brasil e/ou traduzidas em galego, espanhol, alemão e sérvio. Tem também obra publicada em braille.

Tendo optado por nunca abandonar o espaço onde nasceu e se fez homem, António Mota deixa transparecer na sua escrita claras marcas de ruralidade e um aprofundado conhecimento dos sonhos, das alegrias e das tristezas que povoam o espírito das crianças que vivem no Portugal profundo. Nas suas histórias há sobretudo o desejo de divertir o leitor, de o fazer crescer através das personagens e das situações que descreve, de lhe despertar a imaginação e de lhe mostrar o prazer da leitura. E para tal nunca se desvia de uma regra que tem por básica: o fundamental é contar uma história bem contada.