Sinopse

«Por um lado são os genes que nos obrigam a fazer certas coisas para eles sobreviverem e se aperfeiçoarem no futuro. Por outro são as culturas, incluindo a linguagem, as religiões, os media e todos esses instrumentos de manipulação que também nos usam para assegurar a sua sobrevivência. E, em terceiro lugar, são as relações entre pessoas, às vezes complexas e paradoxais, mas que nos dão alguma margem de liberdade. Felizmente que as imposições biológicas entram muitas vezes em contradição com a formação cultural, se não seríamos autênticos robots! É neste conflito que não ganhamos a liberdade. A possibilidade de sermos como somos.»


José Luís Pio Abreu é psiquiatra. Ao longo de quatro décadas de actividade profissional, tem desenvolvido e orientado investigação no âmbito da psiquiatria biológica e psicoterapias. Tem realizado uma reflexão crítica sobre a actividade clínica e publicou vários livros, entre os quais O Modelo do Psicodrama Moreniano, Introdução à Psicopatologia Compreensiva, Comunicação e Medicina, O Tempo Aprisionado: Ensaios não Espiritualistas sobre o Espírito Humano, Como Tornar-se Doente Mental, Quem nos Faz como Somos e Estranho Quotidiano.

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Detalhes

  • ISBN: 9789722033312
  • Editora: DOM QUIXOTE
  • Ano de Edição / Impressão: 2007
  • Dimensões: 234 x 155 x 12 mm
  • Páginas: 4
O autor
José Luís Pio Abreu é psiquiatra. Ao longo de cinco décadas de actividade profissional, tem desenvolvido e orientado investigação no âmbito da psiquiatria biológica e psicoterapias. Tem realizado uma reflexão crítica sobre a actividade clínica e publicou vários livros. Como cidadão, sempre desempenhou actividade política, social e cultural, com diversas intervenções, artigos de opinião e colunas em jornais nacionais.
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